Em um dia ensolarado, uma formiga estava fazendo um passeio e encontrou uma aranha passando mal no caminho.
A formiga bondosa resolveu ajudá-la. Levou a aranha até sua casa.
Em frente à casa da aranha, a mãe da casa estava tomando banho e a porta estava trancada.
A aranha passando mal, quase desacordada, a formiguinha pediu para a mãe dela levar a aranha num pronto socorro mais próximo.
Passando algumas horas, a aranha chegou melhor, a mãe da aranha resolveu abrir a porta.
A formiguinha esperava um grande obrigado.
Que nada!
A aranha virou-se e não disse nada. A formiguinha disse só com ela:
- Ingrata... na próxima, deixo você morrer!
A formiguinha, sentida, voltou para sua casa e no dia seguinte, a formiguinha, andando pela floresta, a aranha passou no seu lado e fingiu que nem a viu.
MORAL: A gratidão é um presente muito caro. Não espere de pessoas baratas.
(Marlon Souza dos Santos)
Jovens Fabulistas Oeirenses
As postagens das produções textuais desse blog são de fábulas criadas no final da Sequência Didática por alunos do 8º ano G do Ensino Fundamental da EMEF Raimundo A. da Costa, do município de Oeiras do Pará. Etapa Final do Projeto de Pesquisa de Intervenção da Mestranda-Professora Márcia do Socorro Coêlho de Oliveira, Turma 2 do PROFLETRAS, Campus Universitário de Sinop, MT.
terça-feira, 25 de outubro de 2016
terça-feira, 11 de outubro de 2016
O Coelho, o rato e o galo
Era uma vez um coelho, um rato e um galo.
Um dia, às vésperas de uma festa muito grande, o galo, metido a galã, falou:
- Có-có-ri-có, nessa festa, vou arrastar todas para o poleiro!
O rato, muito preocupado, perguntou para o galo:
- Nessa festa, vai ter gato?
O galo, muito esperto, respondeu:
- Claro! Eu acho melhor você não ir.
O coelho, não muito preocupado, disse:
- Eu acho que eu não vou.
E o galo foi comprar os ingressos. Comprou dois só. E o rato perguntou:
- Eu não vou por quê?
O galo encheu o peito e falou:
- Có-có-ri-có, as gatas estão de montes na festa.
Chegou a hora, o galo e o coelho entraram e o rato ficou de fora.
Nesse dia, as ratas, que eram as damas da festa, e o ratinho que estava de fora entraram. O galo ficou no canto do salão.
MORAL: Nem sempre os maiores ganham!
(Ronaldy)
Um dia, às vésperas de uma festa muito grande, o galo, metido a galã, falou:
- Có-có-ri-có, nessa festa, vou arrastar todas para o poleiro!
O rato, muito preocupado, perguntou para o galo:
- Nessa festa, vai ter gato?
O galo, muito esperto, respondeu:
- Claro! Eu acho melhor você não ir.
O coelho, não muito preocupado, disse:
- Eu acho que eu não vou.
E o galo foi comprar os ingressos. Comprou dois só. E o rato perguntou:
- Eu não vou por quê?
O galo encheu o peito e falou:
- Có-có-ri-có, as gatas estão de montes na festa.
Chegou a hora, o galo e o coelho entraram e o rato ficou de fora.
Nesse dia, as ratas, que eram as damas da festa, e o ratinho que estava de fora entraram. O galo ficou no canto do salão.
MORAL: Nem sempre os maiores ganham!
(Ronaldy)
O COELHO E A COBRA
Era uma vez um coelho chamado Máximo, que morava num bosque, com muitos animais.
Um dia, Máximo resolveu dar uma festa, convidando todos os animais.
Depois de convidar os animais, Máximo segue em frente Quando estava quase chegando em sua casa, viu a cobra triste e foi até lá.
- Por que você está triste?
- Porque ninguém me convidou para sua festa.
Então, Máximo pensou... se ela está triste, ela não vai aprontar nada...
- Tá bem, você pode ir!
Quando estavam na festa, a cobra disse:
- Agora ninguém sai daqui.
- Por quê? - a Raposa disse.
- Porque vou devorar todos vocês!
Então, Máximo pegou seu taco de beizebol e pó! pó! pó!.
Lá se foi a cobra traiçoeira.
Um dia, Máximo resolveu dar uma festa, convidando todos os animais.
Depois de convidar os animais, Máximo segue em frente Quando estava quase chegando em sua casa, viu a cobra triste e foi até lá.
- Por que você está triste?
- Porque ninguém me convidou para sua festa.
Então, Máximo pensou... se ela está triste, ela não vai aprontar nada...
- Tá bem, você pode ir!
Quando estavam na festa, a cobra disse:
- Agora ninguém sai daqui.
- Por quê? - a Raposa disse.
- Porque vou devorar todos vocês!
Então, Máximo pegou seu taco de beizebol e pó! pó! pó!.
Lá se foi a cobra traiçoeira.
MORAL: Não devemos confiar nos nossos inimigos.(Joyce Moraes Bentes)
O COELHO E O LOBO
Certo dia, um certo coelho chamado Carlos disse a sua esposa:
- Vamos levar nossos filhotes para almoçar fora?
A esposa do coelho responde:
- Claro! Mas só se nossa filha ficar com a mamãe.
O coelho respondeu:
- Tudo bem!
No outro dia, o coelho e sua família foram deixar a coelhinha e disse:
- Cuida bem dela, D. Laura. D. Laura era a mãe da esposa do coelho. - Tá comigo, tá com Deus!, disse ela.
O coelho e sua família saíram. Chegando no bosque, quando o coelho começou a brincar com sua família, rapidamente aparece um lobo faminto.
As crianças correram para trás de seus pais, o coelho pergunta:
- O que você quer?
O logo responde:
- Quero comer!
O coelho diz:
- Aí está nossa comida.
- Isso é pouco, disse o lobo.
- Temos mais em nossa casa.
- Então vai buscar! Mas a sua mulher e seus filhotes ficam aqui.
O coelho responde: - Então tá!
O coelho foi pulando em direção a sua casa. No caminho, começou a orar: Senhor, não deixa nada acontecer com minha família...
Chegando em casa, pegou tudo o que tinha e levou para o lobo. Ao chegar, estava apenas sua família e pergunta:
- Cadê o lobo?
Sua mulher responde:
- Ficou cansado e foi embora!
MORAL: Se pedir a Deus de coração, ele pode Atender!
(Larissa Vieira Amaral)
- Vamos levar nossos filhotes para almoçar fora?
A esposa do coelho responde:
- Claro! Mas só se nossa filha ficar com a mamãe.
O coelho respondeu:
- Tudo bem!
No outro dia, o coelho e sua família foram deixar a coelhinha e disse:
- Cuida bem dela, D. Laura. D. Laura era a mãe da esposa do coelho. - Tá comigo, tá com Deus!, disse ela.
O coelho e sua família saíram. Chegando no bosque, quando o coelho começou a brincar com sua família, rapidamente aparece um lobo faminto.
As crianças correram para trás de seus pais, o coelho pergunta:
- O que você quer?
O logo responde:
- Quero comer!
O coelho diz:
- Aí está nossa comida.
- Isso é pouco, disse o lobo.
- Temos mais em nossa casa.
- Então vai buscar! Mas a sua mulher e seus filhotes ficam aqui.
O coelho responde: - Então tá!
O coelho foi pulando em direção a sua casa. No caminho, começou a orar: Senhor, não deixa nada acontecer com minha família...
Chegando em casa, pegou tudo o que tinha e levou para o lobo. Ao chegar, estava apenas sua família e pergunta:
- Cadê o lobo?
Sua mulher responde:
- Ficou cansado e foi embora!
MORAL: Se pedir a Deus de coração, ele pode Atender!
(Larissa Vieira Amaral)
A Formiga e a Cigarra
Era um dia que estava muito bonito, que a cigarra estava cantando muito e não trabalhava, como a formiga trabalhadora, o dia inteiro, para comer no inverno todo.
Mais ela trabalhava e falava para a cigarra trabalhar porque o inverno estava chegando, mas a cigarra não trabalhava.
Passado uns dias, chegou o inverno e a formiga estava com a sua comida para o inverno todo e a cigarra não tinha comida para o inverno, e foi para a casa da formiga pedir comida, mas a formiga não deu.
Não deu porque ela cantou o inverno todo e passou o inverno, a primavera chegou e a formiga continuou a trabalhar.
E a cigarra?
Cantava e não trabalhava.
MORAL: Tem que trabalhar para comer.
(Renildo da S. Sarges)
Mais ela trabalhava e falava para a cigarra trabalhar porque o inverno estava chegando, mas a cigarra não trabalhava.
Passado uns dias, chegou o inverno e a formiga estava com a sua comida para o inverno todo e a cigarra não tinha comida para o inverno, e foi para a casa da formiga pedir comida, mas a formiga não deu.
Não deu porque ela cantou o inverno todo e passou o inverno, a primavera chegou e a formiga continuou a trabalhar.
E a cigarra?
Cantava e não trabalhava.
MORAL: Tem que trabalhar para comer.
(Renildo da S. Sarges)
A RAPOSA E O COELHO
Certo dia, um coelho passeava no bosque, atrás de uma pequena cenoura.
De repente, aparece uma raposa que estava com muita fome. O pequeno coelho saiu correndo e a raposa saiu desesperada atrás dele.
Ele entra na sua toca e, do lado de fora, a raposa para e fica pensando... Será que eu meto a minha mão ou um pequeno galho - para espantá-lo e sair correndo?
A raposa fica na boca do buraco onde o coelho está e fala:
- Vou meter a mãe, se eu esbarrar em alguma coisa, eu puxo.
Ela mete a mão e o coelho foi lá e deu uma dentada. Ela grita muito alto e o coelho sai correndo, entrando em outra toca, e a raposa sai andando chorando.
MORAL: Devemos pensar antes de fazer as coisas.
(Zandercleiton P. Trindade)
De repente, aparece uma raposa que estava com muita fome. O pequeno coelho saiu correndo e a raposa saiu desesperada atrás dele.
Ele entra na sua toca e, do lado de fora, a raposa para e fica pensando... Será que eu meto a minha mão ou um pequeno galho - para espantá-lo e sair correndo?
A raposa fica na boca do buraco onde o coelho está e fala:
- Vou meter a mãe, se eu esbarrar em alguma coisa, eu puxo.
Ela mete a mão e o coelho foi lá e deu uma dentada. Ela grita muito alto e o coelho sai correndo, entrando em outra toca, e a raposa sai andando chorando.
MORAL: Devemos pensar antes de fazer as coisas.
(Zandercleiton P. Trindade)
A MINHA VIDA
Era uma vez um menino chamado Daniel.
Certo dia, uns meninos convidaram Daniel para fazer um passeio para o Melancial, uma localidade do interior.
Quando eles iam viajando na Vila do Castanheira, eles saíram para fora do barco e entraram em uma casa de uma senhora chamada D. Ana. D. Ana foi a responsável pela janta das pessoas.
Acabando todo mundo de jantar, a D. Ana falou que queria contar uma lenda para todos eles.
Com uma hora depois, D. Ana e sua família, sentados na varanda de sua casa, convida todas as pessoas para se sentar com eles.
D. Ana falou sobre a vida de seus pais quando eram vivos. Falou que, antigamente, não se podia viajar durante a madrugada, na noite escura. Eles falavam que havia uma cobra grande que, quando passava na frente do cemitério, as pessoas que passavam por lá tinham que pedir a proteção de Deus que a cobra ia embora.
Essas pessoas que moravam lá falavam que viam a sombra das pessoas que passavam durante a noite naquele lugar, na frente do cemitério.
MORAL: Confiar em Deus acima de tudo!
(Raelson S. Oliveira)
Certo dia, uns meninos convidaram Daniel para fazer um passeio para o Melancial, uma localidade do interior.
Quando eles iam viajando na Vila do Castanheira, eles saíram para fora do barco e entraram em uma casa de uma senhora chamada D. Ana. D. Ana foi a responsável pela janta das pessoas.
Acabando todo mundo de jantar, a D. Ana falou que queria contar uma lenda para todos eles.
Com uma hora depois, D. Ana e sua família, sentados na varanda de sua casa, convida todas as pessoas para se sentar com eles.
D. Ana falou sobre a vida de seus pais quando eram vivos. Falou que, antigamente, não se podia viajar durante a madrugada, na noite escura. Eles falavam que havia uma cobra grande que, quando passava na frente do cemitério, as pessoas que passavam por lá tinham que pedir a proteção de Deus que a cobra ia embora.
Essas pessoas que moravam lá falavam que viam a sombra das pessoas que passavam durante a noite naquele lugar, na frente do cemitério.
MORAL: Confiar em Deus acima de tudo!
(Raelson S. Oliveira)
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